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Como operar seu produto usando business model canvas

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Todos os dias converso com várias pessoas sobre suas ideias de aplicativo ou negócio digital. E quase sempre elas dizem que já tem o Canvas pronto e que só falta desenvolver o produto, perguntando se podem me enviar o canvas para ter meu feedback.

Muitos destes canvas recebidos SEMPRE apresentam itens que influenciam bastante o escopo do produto, principalmente nas questões operacionais de venda, ativação e prestação do serviço. E o meu feedback para essas pessoas sempre vão com uma mesma dica: o Business Model Canvas não é apenas uma ferramenta de gerenciamento estratégico, é uma grande oportunidade para fechar as funcionalidades do produto.

Isto por 3 benefícios básicos do Canvas:

  1. Definição da forma como o produto vai operar e gerar valor no mercado: com isto, é possível não só determinar características e funções para tornar o app mais atraente para o mercado e com elementos que o diferenciam da oferta atual, como também, definir as principais funcionalidades que deverão responder aos principais fluxos operacionais;
  2. Desenho dos principais fluxos e processos: um app nada mais é que um sistema. É sempre importante lembrar que qualquer sistema é um grupo de processos automatizados e deve atender às necessidades do negócio. É com isto que fluxos de compra, pagamento e cancelamento, podem ter suas características e regras definidas. E estes fluxos sempre são parte do fluxo de uso do produto;
  3. Apresentação visual do modelo de atuação no mercado: faça uma divisão em cada campo e logo após a definição dos pontos do negócio, faça um exercício de que funcionalidades deveriam ser criadas para atender cada um dos pontos. Você verá que muitas coisas são adicionadas ou alteradas no seu escopo inicial. Faça o teste!

As principais definições técnicas podem ser definidas a partir do modelo, desde nível de segurança (criptografia ou fluxo de autenticação e cadastro de senha de acesso) a plataformas e linguagens de programação a serem usadas. Como assim? Fácil. Imagine que os clientes de seu produto sejam usuários de dados bancários ou uma empresa de seguros. O nível de segurança deve ser sempre alto para estes segmentos. Para isto, criar um fluxo de cadastro de email, recebimento de senha temporária por email e troca de senha com obrigatoriedade de caracteres especiais ou outras medidas semelhantes, faz mais sentido que para leitura de um conteúdo informativo, como um blog por exemplo.

Outra contribuição é com relação a priorização do desenvolvimento. Algumas características e funcionalidades podem ser deixadas para uma próxima fase, outras precisam ser consideradas o quantos antes, para operar minimamente o produto.

O canvas e seu esquema visual deixam muito mais evidente quais devem ser as funções com um peso maior. Seja pela relevância diante da diferenciação e atratividade, seja por sua importância na viabilidade do negócio e na sua operação.

Quer mandar seu Canvas para darmos uma olhada? Todos ganharão um feedback e os melhores modelos ganharão descontos especiais para nosso Laboratório de Prototipação Rápida. Para receber o feedback basta enviar um e-mail para alo@sobreapps.com.br com seu Business Model Canvas em anexo com o assunto “Avalie meu Canvas: [nome do projeto]”.

 

Fonte: SobreApps

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Move2 Convida: Webinar – Como tirar a sua ideia do papel e aumentar as chances de sucesso!

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Será dado início ao primeiro Ciclo de Webinars que a SobreApps está promovendo.

Neste primeiro, contaremos com a participação de André Ghion, co-fundador da Move2 e abordaremos a importância de se prototipar uma ideia!

As vagas são limitadas e a ideia é que o papo seja bem legal.


A importância de Prototipar – Como tirar sua ideia do papel e aumentar as chances de sucesso!

Quando: 18/11 – das 19h às 20h

Convidado Especial: André Ghion – Move2

Dentre os conteúdos que serão apresentados, destacam-se:

  • O que é um protótipo de valor;
  • Quais os principais motivos para prototipar;
  • Qual o caminho entre a ideação e o protótipo;
  • Como tornar minha ideia atraente;
  • E muito mais!
QUANDO

 

INSCREVA-SE GRATUITAMENTE!

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Tenho uma ideia, e agora? 10 Dicas para tirar sua ideia do papel.

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As ideias estão em todo o lugar e muitas delas têm potencial de se tornar um negócio de sucesso por facilitar a vida das pessoas, melhorar o meio ambiente, disponibilizar informações ou simplesmente curar uma “dor” dos usuários. Basta reparar na quantidade de aplicativos que há em seu celular, onde alguns deles passaram a ser muito importantes para se realizar atividades cotidianas.

Segundo recente estudo da comScore em parceria com o Internet Media Services (IMS), realizado em seis países latino-americanos, entre eles o Brasil, quase 100% dos usuários de smartphones e tablets têm aplicativos baixados e com uma média de 18 programas por aparelho.

É preciso fazer um enorme esforço para tirar algo do campo dos pensamentos, trazer para o papel, do papel para a realidade e da realidade para o mundo dos negócios. Pense! A natureza de uma ideia (boa ou ruim) é ficar no chão, literalmente a gravidade joga baixo, a não ser que você aplique uma força maior e direcionada, chamamos isso de “esforço direcionado e contínuo”.

A falta de esforço “direcionado e continuo” explica, em parte, o que ocorre com uma grande quantidade de boas ideias que viraram aplicativos ou negócio digitais, onde muitos não se consolidam no mercado por simples equívocos de concepção que não foram verificados em seu desenvolvimento e quando o equívoco é constatado, é tarde demais pois o “foguete” já estava no ar. Por isso, além de aplicar um “esforço contínuo e direcionado” há a necessidade de se trabalhar dois fatores importantíssimos antes que sua ideia se torne uma startup: Hipóteses e Protótipos.

É mais ou menos o seguinte: em 1º de abril de 1969, o Dr. Maxime Allen Faget ( Max Faget) atirou sobre sua equipe de engenheiros um modelo como o da foto abaixo e disse: “We are going to build America’s next spacecraft. It’s going to launch like a spacecraft and going to land like a plane!” (“Vamos construir a próxima nave espacial dos Estados Unidos da América. Ela será lançada como uma nave espacial e vai pousar como um avião!”)

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Ou seja, basicamente uma nave espacial que fosse reutilizável, diferentemente das cápsulas que até aquele momento existiam. O restante da história vocês já devem conhecer, que foi o nascimento do programa espacial americano do ônibus espacial, na década de 80.

O protótipo nada mais é do que uma simulação da realidade e das atividades do projeto, já mais próxima da própria realidade, e pode ser feito com as coisas mais simples possíveis. Por exemplo, podemos simular o voo de um avião com uma folha de papel da mesma forma como fazíamos quando criança: dobrava-se uma folha ao meio, trazia as duas pontas da folha até a metade do papel, fechava a folha e dobravam-se as asas. Pronto, era jogar aquele pedaço de papel dobrado no ar que ele planava por vários metros, ou como Dr. Max fez com sua equipe, um modelo de papel, cola e madeira.

É até difícil imaginar que o ônibus espacial nasceu deste jeito! Trazendo essa brincadeira de criança para o mundo das startups e aplicativos, além de criar o modelo/protótipo, você deve observar, entender e avaliar as diversas influências que podem prejudicar o voo do avião de papel ou mesmo incluir detalhes que darão mais consistência ao voo. Esses experimentos e testes são extremamente necessários para se fazer um “reality check” da ideia e saber se ela faz sentido ou não no mercado.

Com o avião de papel como protótipo, podemos verificar a influência do vento em seu voo ligando um ventilador, por exemplo. Ou saber seu comportamento no ar colocando mais pesos em sua estrutura, com uma simples moeda.

É nesse momento que, ao invés de nos darmos como satisfeitos com o resultado do voo do pequeno avião de papel, devemos, por incrível que pareça, tentar derrubar o avião de papel para simular futuras intempéries e saber se o modelo realmente para de pé ou mesmo quais são seus limites. Antecipar possíveis desafios que o protótipo poderá enfrentar quando deixar de ser uma ideia e virar uma startup faz muita diferença.

Esse é um passo importante para que o projeto por um lado chegue ao mercado mais maduro, diminuindo e mitigando o riscos desnecessários em seu caminho, bem como ganhando mais musculatura para passar os próximos estágios. Voltando ao universo dos aplicativos e startups, um dos principais erros que observamos, entre aqueles que estavam começando a alçar voo, foi não ter feito um protótipo, na verdade “N” protótipos antes de sair ao mercado.

Não basta um belo Business Plan ou Canvas com todas as questões totalmente respondidas, o importante é começar a tirar a ideia do papel através de protótipos.

Dicas para prototipar bem:

1. Tenha uma visão muito clara de onde se quer chegar, desde o começo tenha em mente o que você quer experimentar, aprender e validar;

2. Elabore ao menos três hipóteses de como chegar lá e ou de algo que se quer experimentar/ validar;

3. Foque no que é essencial, o que é o componente mais importante para sua ideia ser um negócio de sucesso;

4. Não tenha medo de ser feliz, arrisque com seu modelo, se ele quebrar e cair é só um modelo e não uma startup;

5. Aprenda a aprender, o protótipo serve para isso;

6. Não está dando certo mude o protótipo ou a abordagem, insistir demais pode ser simplesmente teimosia;

7. Quanto mais você avançar nos experimentos mais próximo da realidade você está e mais real deve ser o protótipo (ex: planta, maquete, apartamento decorado);

8. Invista o tempo necessário no protótipo, mas cuidado para não exagerar e ficar para trás no lançamento de sua ideia. Lembre-se que o protótipo tem um papel nessa história toda (experimentação, aprendizado e validação), se você está satisfeito com os resultados, “bola para frente”;

9. Prototipe com usuários reais;

10. Se o protótipo voar, peça para alguém com experiência no mercado tentar derrubá-lo. O fato de alguém conseguir derrubar seu protótipo proporciona uma nova oportunidade de aprendizado e melhoria.

Fonte: IDGNOW!

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Incubadora ou Aceleradora? Os diferentes caminhos para montar uma Startup

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Após ter uma ideia de negócio, seja ela um aplicativo, um produto inovador ou uma empresa que atuará em um segmento ainda inexplorado, o empreendedor logo encontrará diferentes caminhos para seguir no desenvolvimento de seu projeto.

Um caminho é seguir adiante por conta e risco próprios ou buscar por parceiros que ajudarão a tirar a ideia do papel por meio de estrutura, mentoria, gestão e toda sorte de suporte.

Vamos começar falando de possíveis caminhos para aqueles que entendem que o capital intelectual vale mais que dinheiro, pelo menos num primeiro momento. Este momento costuma acontecer nos estágios iniciais de uma startup ou mesmo em estágios anteriores, durante a “Ideação”, preparação ou prototipação.

Nesse sentido, as incubadoras e aceleradoras são caminhos mais tradicionais, se é que podemos usar a palavra “tradicional”. Com pouco mais de 10 anos de atuação, no Brasil e no mundo, aceleradoras são empresas de fomento à inovação.

Incubadoras e aceleradoras irão auxiliar o empreendedor a dar corpo ao projeto, podendo se diferenciar principalmente em relação ao tempo de trabalho, metodologia, tipo de mentoria e formas de financiamento para estruturar o negócio.

Uma incubadora lida com toda sorte de projetos, da economia tradicional até a digital. Ela normalmente apoia pequenas empresas e projetos desenvolvidos com ajuda de verba pública, muitas vezes ligados a uma iniciativa de interesse da Prefeitura e Governo local, ou uma iniciativa acadêmica.

Por conta dessa atuação, as incubadoras mantêm gestores que fazem o meio de campo entre uma iniciativa privada, o poder público e as universidades. É muito comum esse trabalho de desenvolvimento do negócio ser realizado dentro de uma universidade ou instituição de ensino, onde se aproveitam os departamentos de pesquisas internos para auxiliar o projeto. Como uma incubadora lida na maioria das vezes com verbas públicas ou projetos de fomento específicos (mobilidade, segurança, saúde etc), a avaliação das ideias e iniciativas em potencial cumprirá uma formalidade maior e o processo de aprovação será mais complexo.

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Uma aceleradora, por sua vez, está mais ligada à nova economia e projetos de inovação em tecnologia, ou seja, startups que buscam um campo inexplorado para montarem seus negócios. Seu trabalho de apoio ao projeto é mais informal, pois o mais interessante para sua atuação é a ideia e o potencial que o negócio tem no mercado.

Os financiamentos envolvidos nesse caso são predominantemente privados e a intenção é que o projeto se estruture o mais rápido possível. É importante dizer que a informalidade aqui não significa falta de estrutura. Ao contrário, um dos pontos fortes das aceleradoras é oferecer além de estrutura física um programa de aceleração com começo, meio e fim.

O trabalho em uma aceleradora é feito por empreendedores, mentores e investidores experientes, muitas vezes empregando métodos baseados em seus próprios aprendizados e experiências. A atuação é mais focada do que em uma incubadora, e acontece dentro de um programa com tempo específico que dura entre 3 e 6 meses em sua maioria, contendo, mentoria, palestras e conversas pessoais que visam acelerar o estágio do projeto/ startup.

Além disso as aceleradoras oferecem benefícios adicionais, tais como: hospedagem (servidores), acesso a investidores, descontos e bônus junto a parceiros de negócios (networking), e em troca do programa de aceleração e dos benefícios as aceleradoras ficam com um percentual da empresa (equity).

Para participar de uma aceleradora, você deve ser selecionado. O processo de seleção varia, e acontece em datas específicas. Ao final do programa de aceleração as startups participam de uma espécie de competição junto a potenciais investidores, chamado “Demo Day”.

Novidade: Venture Builders

Uma novidade no mercado mundial e que está chegando agora no Brasil, são os chamados Venture Builders (VB) ou Techstudios. Os Venture Builders criam startups se utilizando de ideias e recursos próprios ou agregando ideias e recursos de fora.

O objetivo do VB é estruturar uma startup com metodologia própria, um modelo gestão e as vezes até com equipe própria, aliando know-how Técnico/Funcional + know-how de Mercado + Gestão + Cultura de Inovação, de forma a atrair investidores-anjo ou fundos de investimentos cujo capital irá financiar o crescimento da startup.

Os VBs se diferem das aceleradoras porque vão além, oferecendo cogestão da startup e equipe de tecnologia, podendo acompanhar a startup nos estágios seguintes. Podemos dizer que têm uma proposta mais customizada e são muito “mão na massa” junto ao empreendedor.

Durante o ano todo os VBs estão em busca de empreendedores, ideias e recursos, mas isso não significa que seja fácil entrar e muito menos ficar.

Como falamos anteriormente, você também pode ir por conta própria, montando seu negócio do zero sem ajuda ou apoio de Incubadoras, Aceleradoras ou Venture Builders.

Sim é possível, principalmente se você tiver o perfil de um  Bill Gates (Microsoft) ou Mark Zuckerberg (Facebook), exemplos de quem conseguiu seguir adiante por conta própria. Por outro lado, empresas como Airbnb, Dropbox, Conta Azul e Cardmunch passaram pelas conhecidas Y Combinator e 500 (Five hundred), duas aceleradoras localizadas nos EUA.

A escolha é sua, boa sorte e sucesso em sua empreitada!

Fonte: IDGNOW!

DICAS E SERVIÇO:

PARA LER MAIS SOBRE ACELERADORAS:

http://www.inc.com/will-yakowicz/the-15-best-startup-accelerators-in-the-us.html

http://www.forbes.com/sites/briansolomon/2015/03/17/the-best-startup-accelerators-of-2015-powering-a-tech-boom/

http://techcrunch.com/2014/03/10/these-are-the-15-best-accelerators-in-the-u-s/

http://startupi.com.br/ecossistema/

PARA LER MAIS SOBRE VENTURE BUILDERS

http://bernardi.me/post/101192026840/updated-list-of-venture-studios-and-startup

http://incube.mobi www.move2.com.br

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Um experimento chamado startup

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Você deve se lembrar do projeto Red Bull Stratos que surpreendeu o mundo em 2012. Na época, o paraquedista austríaco Felix Baumgartner saltou do espaço estabelecendo novos recordes, incluindo o de quebrar a barreira do som em queda livre a mais de 1300 km/h.

Junto com a cápsula projetada, a roupa especial utilizada e o sistema de comunicação avançado, um dos pontos cruciais para a iniciativa ter sido um sucesso foi o modo como ele saltou da cápsula. Aquela que parecia ser a ação mais simples do projeto foi treinada não dezenas mas centenas, talvez milhares de vezes por Baumgartner, pois um erro na saída da cápsula poderia ter lhe custado a vida e jogado fora todo um trabalho de cinco anos.

Lembramos dessa história pois ela exemplifica bem o que ocorre com uma startup. Não basta apenas ter uma boa ideia a respeito de um negócio, é preciso antes de mais nada passar por uma fase de preparação, onde são elaboradas as principais hipóteses de negócios a serem experimentadas, testadas, validadas e, por que não dizer, treinadas e observadas em um “túnel de vento” que simula situações reais.

No estágio de formatação de uma startup é melhor ter boas perguntas do que boas respostas. Felix e sua equipe não tinham todas as respostas, foram criando alternativas aos desafios que surgiam no dia a dia, mas tinham uma visão muito clara de ONDE queriam chegar e QUANDO deveriam chegar, senão perderiam a última janela de lançamento, e o Red Bull Stratos iria para o espaço literalmente.

Teste antes

Experimentar, testar e avaliar todas as influências que podem afetar seu projeto é fundamental para seguir a diante. Não basta fazer um Business Plan e achar um investidor para pagar a conta. O mercado hoje não está mais propenso em investir apenas em um amontoado organizado de ideias e números que parecem fazer sentido quando chamados de Business Plan.

É preciso fazer um protótipo da sua visão de negócio. Algo palpável, o protótipo no fundo é o primeiro choque de realidade que o empreendedor terá que enfrentar pela frente e mostrar que está habilitado a continuar desenvolvendo sua visão amparado pelo capital.

A pior coisa para empreendedores e investidores é ser surpreendidos no meio do caminho por falta de oxigênio ou ter que lidar com “uma situação no meio da situação”.

Imagine você num balão subindo para o espaço e só nesse momento descobrir que vai ficar sem respirar ou que tem claustrofobia. Ou por falta de treino dar um salto errado e começar a girar sem parar em queda livre. É melhor saber antes em terra firme enquanto tudo ainda é um grande experimento.

Valide sua ideia

Além de validar suas hipóteses, os experimentos através de protótipos convidam o empreendedor a pensar e aprender com as situações e as experiências, e o alimentam com insights e novos caminhos que ainda não foram pensados e realizados, dando vazão a uma startup mais “parruda”, ou simplesmente transformando tudo numa parada técnica do tipo “desse jeito não vai rolar mesmo”. Nesse caso, mais extremo, é melhor parar enquanto é tempo. Chamamos isso de “fast fail”.

Portanto, diferentemente do que muitos imaginam, startup não é uma empresa ou o embrião de uma corporação. Startups podem até gerar receita, ter CNPJ, funcionários, mas ainda estão longe de ser uma empresa.

Startups são experimentos em evolução contínua e seu sucesso depende muito de terem a capacidade de inovar e fazer coisas que ainda não foram feitas por outros, com recursos restritos e num curto espaço de tempo. Precisam ser flexíveis para girarem no próprio eixo e se recriarem como num passe de mágica. Claro que estamos falando dos estágios iniciais de uma startup.

Soma-se a esse modelo a necessidade da startup ter fôlego, seja por parte dos indivíduos que lá estão, seja dentro da própria operação. Não estamos falando apenas de dinheiro, é preciso fazer um investimento emocional, pois o caminho para transformar uma ideia em um protótipo, o protótipo numa startup e uma startup numa empresa não é nada simples.

Antecipe problemas

Imagine ter que lidar com toda sorte de frustrações e expectativas, já que muita coisa do que você planejou não vai dar certo, ao mesmo tempo ter quer lidar com todo tipo de restrição orçamentária e de cronograma, investidores ávidos por resultados e muitas vezes despreparados para investir neste mercado.

Em suma, transformar sua ideia numa startup de sucesso envolve ao menos três grandes estágios:

– a Ideação, estágio em que surgem várias ideias, das quais uma você escolhe para transformar numa visão de negócios;

– a Preparação, que é a elaboração de hipóteses de negócios que serão experimentados e validados;

– a Prototipação, que abrange protótipos, experimentos, testes, planejamento do que será executado e busca por financiamento deste experimento;

Passando por essas três fases, sua ideia terá muito mais fundamento e sua startup mais chance de dar certo.

Recomendamos que você assista o documentário da Red Bull Stratos que está disponível no Netflix ou no site da Red Bull

– See more at: http://idgnow.com.br/blog/startuplace/2015/05/11/um-experimento-chamado-startup/#sthash.s0SFvvjn.dpuf

 

Fonte: IDGNOW!

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Blog Startuplace reestreia em parceria com a aceleradora Move2

Artigos escritos por Andre Ghion e Ronaldo Takahashi focam nos desafios dos empreendedores, investidores e outros integrantes do ecossistema da inovação

O blog Startuplace reestreia em maio com novos autores e nova parceria. O blog, focado no universo das startups e seus participantes, terá a partir desta semana artigos produzidos pelos empreendedores André Ghion e Ronaldo Takahashi, co-fundadores da aceleradora Move2 The Next Level.

A partir de hoje os leitores do IDG terão acesso a um conteúdo exclusivo e qualificado para quem tem interesse no universo das startups, seja um profissional, empreendedor, aceleradora, investidor, mercado corporativo, ou seja, todos aqueles que buscam informação para aumentar seu conhecimento e evoluir neste mercado.

“Serão artigos tratando do ecossistema como um todo, trazendo os diversos pontos de vista envolvidos neste delicado e complexo ecossistema de inovação e startups. Foram meses discutindo o melhor formato dos artigos, bem como escolhendo o conteúdo mais relevante para os leitores do IDGNow!”, diz Ghion.

“Queremos compartilhar mais de 15 anos de nossa a experiência e métodos com os leitores. Vamos tratar do tema de forma leve e muito didática e principalmente tratar de questões que podem fazer a diferença no sentido de tirar sua ideia do papel ou mesmo entender como conseguir um investimento na hora certa”, afirma Ronaldo Takahashi.

Ronaldo Takahashi é um dos fundadores do Buscapé, onde atuou como CFO e CTO, além de se envolver com outras iniciativas do Buscapé Company, entre elas Lomadee, PCI Compliance, Sua Ideia Vale Um Milhão. André Ghion atua no mercado digital há mais de 15 anos e atuou no lançamento de empreendimentos digitais como UOL, AOL Brasil, Videolar.com e Buscapé Company.

Fundada em 2014, a Move2 atua no desenvolvimento de startups empregando uma metodologia diferenciada de aceleração que vai muito além de um processo de curto prazo com começo, meio e fim. A aceleradora tem como co-fundadores e sócios Ronaldo Takahashi, André Ghion e Leonardo Palhares, sócio do escritório Almeida Advogados e especializado em direito Público e Corporativo.

Acompanhe o blog Startuplace no IDGNow!, com artigos quinzenais. No primeiro artigo, os empreendedores abordam a importância de criar protótipos e testar possibilidades antes de lançar a startup para o mercado e buscar investidores

fonte: IDGNOW!

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